A teleinterconsulta a serviço do melhor e mais seguro cuidado

O uso da telemedicina já é uma realidade em nosso país. Prática regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), foi ainda mais ampliada pela pandemia de Covid-19 e se tornou uma prática que veio para ficar.

Hoje, o CFM restringe a telemedicina em três modalidades: teleorientação, telemonitoramento e teleinterconsulta. A Teleorientação é a prática na qual o médico orienta e encaminha o paciente. O Telemonitoramento possibilita ao médico, à distância, monitorar parâmetros da saúde de seu paciente. Já a Teleinterconsulta é quando profissionais médicos trocam informações entre si para auxiliar no diagnóstico de determinado paciente.

Com a teleinterconsulta é possivel realizar entre médicos assistenciais e médicos especialistas a troca de informações e opiniões para auxílio diagnóstico, terapêutico, cirúrgico ou clínico do paciente, promovendo uma melhor assertividade no processo de tratamento e recuperação dele.

O suporte tecnológico é utilizado e ela pode ser feita de diferentes maneiras. Por exemplo, por meio de plataformas especializadas nesse tipo de atendimento, ou mesmo por videochamadas. Só não restam dúvidas de que é uma modalidade de atendimento que favorece o melhor e o mais seguro cuidado ao paciente.

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